Casa da Mulher Brasileira amplia funcionamento e passa a operar de forma ininterrupta, inclusive em fins de semana e feriados
A Casa da Mulher Brasileira de Palmas passou a funcionar 24 horas por dia a partir desta segunda-feira (2), garantindo atendimento contínuo às mulheres em situação de violência na capital tocantinense. A unidade agora opera de forma ininterrupta, incluindo finais de semana e feriados.
O equipamento público foi entregue em março de 2025 pelo prefeito Eduardo Siqueira Campos e é administrado pela Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria Municipal de Ação Social e da Mulher (Semasmu).
A primeira-dama e secretária da pasta, Polyanna Siqueira Campos, destacou que a ampliação foi possível após a nomeação de novos profissionais aprovados em concurso público, entre psicólogos, assistentes sociais e educadores sociais. “Com a nomeação de servidores como psicólogos, assistentes sociais e educadores sociais, aprovados no último concurso, tivemos como ampliar esses serviços, seguindo as diretrizes e protocolos de atendimento das Casas da Mulher Brasileira”, afirmou. Segundo ela, a medida busca assegurar suporte contínuo e humanizado às vítimas, além de evitar a revitimização.
Serviços passam a operar sem interrupção
Com o novo horário, todos os setores vinculados à gestão municipal da unidade passam a funcionar de maneira integral. Entre eles estão a brinquedoteca e o alojamento de passagem, espaços essenciais para garantir acolhimento seguro às mulheres e seus filhos.
De acordo com a superintendente da unidade, Monik Carreiro, a ampliação fortalece o fluxo de atendimento e garante maior proteção às usuárias em qualquer horário do dia ou da noite.
Porta de entrada é o acolhimento psicossocial
O atendimento psicossocial permanece como etapa obrigatória e inicial do fluxo integrado. É por meio dessa escuta qualificada que são avaliados os riscos, identificadas as necessidades imediatas e realizados os encaminhamentos aos demais serviços disponíveis dentro da estrutura da Casa.
O acolhimento funciona como principal porta de entrada da rede, organizando o acesso a orientações jurídicas, assistência social e demais suportes previstos no protocolo nacional das Casas da Mulher Brasileira.






