Cerimônias em Nova York, no Pentágono e na Pensilvânia homenagearam as quase 3 mil vítimas da tragédia
Quase um quarto de século após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos voltaram a se reunir nesta quinta-feira, 11, para homenagear as vítimas da tragédia que marcou a história do país.
As principais cerimônias ocorreram em Nova York, no Pentágono e na Pensilvânia. Em Manhattan, familiares depositaram bandeiras sobre os nomes gravados em bronze no Memorial do 11 de Setembro, localizado no antigo espaço das Torres Gêmeas. Durante a tradicional leitura dos nomes das vítimas, parentes aproveitaram para prestar mensagens pessoais e emocionadas.
O ex-presidente Donald Trump anunciou ainda a concessão de uma medalha póstuma a um ativista conservador, gesto que também marcou a data em meio a um cenário político de grande tensão nos Estados Unidos.
As homenagens reforçaram a memória coletiva sobre um dos episódios mais traumáticos da história recente do país, lembrando não apenas as quase 3.000 vidas perdidas, mas também o impacto duradouro dos ataques na política, na segurança e na sociedade norte-americana.






