Nova chamada amplia para 4.524 o total de nomeados no concurso de 2023; redistribuição será organizada com apoio da FGV
O Governo do Tocantins confirmou, nesta terça-feira (24), a convocação de mais 130 candidatos aprovados no concurso público da Educação realizado em 2023. A medida corresponde à 9ª chamada do certame e foi definida a partir da atualização de dados sobre vacâncias, exonerações, licenças e crescimento da demanda por matrículas na rede estadual.
Com a nova lista, o número total de profissionais convocados chega a 4.524. Desse total, 1.232 foram classificados além do quantitativo inicial de vagas previsto no edital, já considerando os 130 convocados nesta etapa.
Gestão destaca planejamento e valorização da categoria
O governador Wanderlei Barbosa afirmou que a ampliação das convocações integra a política de fortalecimento do ensino público no estado. Segundo ele, a iniciativa busca assegurar que as unidades escolares contem com equipes suficientes para atender os estudantes em todas as regiões.
De acordo com o chefe do Executivo, a medida vem sendo conduzida com planejamento e diálogo, garantindo responsabilidade fiscal e organização administrativa.
Edital de redistribuição deve preencher 450 vagas
Além da convocação, o governo informou que deverá publicar, nos próximos 30 dias, um edital de redistribuição para ocupação de cerca de 450 vagas atualmente não preenchidas na rede estadual de ensino.
A elaboração do documento conta com suporte técnico da Fundação Getúlio Vargas (FGV). As oportunidades estão distribuídas em jornadas de 90 e 180 horas, abrangendo áreas como Artes, Ciências, Educação Física, Filosofia, Geografia, História, Letras Português, Letras Inglês, Letras Libras, Química, Sociologia, além das funções de Coordenador Pedagógico e Orientador Pedagógico.
Redistribuição busca equilíbrio na lotação
O secretário estadual da Educação, Fábio Vaz, explicou que o edital de redistribuição será fundamental para ajustar a lotação dos profissionais conforme as necessidades específicas de cada município.
Segundo ele, o mecanismo permitirá corrigir distorções, reorganizar a distribuição de servidores e direcionar professores para áreas com maior carência, assegurando critérios técnicos e transparência em todo o processo.






