A entidade informou que, caso o pagamento da competência 6 não seja realizado até o prazo estabelecido os atendimentos eletivos poderão ser temporariamente suspensos
O Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Tocantins (Sindesto) realizou, nesta segunda-feira (6), uma assembleia extraordinária com gestores de hospitais e clínicas credenciadas ao Plano de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Estado do Tocantins (Servir). Durante a reunião, os representantes definiram prazo até sexta-feira, 10 de outubro, para que o Governo estadual efetue o pagamento da competência 6, referente aos atendimentos realizados em maio e que ainda não foram quitados, além de apresentar o cronograma de repasses das competências 7 e 8, também em atraso.
Segundo o sindicato, foram realizadas duas reuniões anteriores com representantes da Secretaria da Administração e do Servir, nos dias 15 de setembro e 1º de outubro, nas quais o Governo sinalizou que os pagamentos seriam regularizados. No entanto, até o momento, os valores não foram repassados.
O presidente do Sindesto, Thiago Antônio de Sousa Figueiredo, destacou que o setor vem enfrentando dificuldades financeiras crescentes e precisa de previsibilidade para manter a qualidade do atendimento aos servidores públicos.
“Temos mantido o diálogo aberto e acreditamos na sensibilidade do Governo para resolver a situação. É essencial que haja um planejamento financeiro claro para garantir a continuidade dos serviços”, afirmou.
Possível suspensão de atendimentos eletivos
A entidade informou que, caso o pagamento da competência 6 não seja realizado até o prazo estabelecido e não haja apresentação do cronograma das competências seguintes, os atendimentos eletivos poderão ser temporariamente suspensos, permanecendo apenas os casos de urgência e emergência até que os repasses sejam normalizados.
O Sindesto reforçou ainda seu compromisso em colaborar com o Governo na busca por soluções que assegurem a sustentabilidade das instituições credenciadas e a continuidade do atendimento aos servidores.
A medida, segundo a entidade, é coerente com o compromisso de eliminar desperdícios e moralizar o uso dos recursos públicos, assegurando que o sistema de saúde estadual funcione de forma equilibrada e transparente.
Não procuramos o outro lado.






